Preço médio das casas no Porto está em

O preço das casas continua a subir e no segundo trimestre registou-se mesmo um aumento recorde de 13,2%, de acordo com os dados do Instituto Nacional de

Notícias Preço médio das casas no Porto está em 182 mil euros. Em Lisboa chega aos 260 mil
23 SET 2022 Voltar
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O preço das casas continua a subir e no segundo trimestre registou-se mesmo um aumento recorde de 13,2%, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Naquele período foram transacionadas mais de 43 mil habitações, das quais 58% foram no Porto e em Lisboa. O preço médio das casas na Invicta está atualmente nos 182 mil euros, 30% abaixo dos 260 mil da capital. Mas ambos sobem há, pelo menos, um ano.

A venda de 43.607 habitações no segundo trimestre em todo o país movimentou 8,3 mil milhões de euros, o que daria um preço médio de 190 mil euros. Contudo, este número não deve ser tido em conta uma vez que os preços das casas são díspares em várias regiões do país. É necessária uma pesquisa mais fina para achar o preço médio das casas nas duas principais cidades do país.

De acordo com os dados do INE, foram transacionadas 6.469 habitações na Área Metropolitana do Porto no segundo trimestre, o equivalente a 1,18 mil milhões de euros. O que perfaz um preço médio de cerca de 182 mil euros. Este número, de acordo com a análise do ECO, está a subir desde o terceiro trimestre de 2021, período em que a média estava nos 163 mil euros.

Por sua vez, na Área Metropolitana de Lisboa, foram vendidas 13.336 habitações entre abril e junho, num total de 3,48 mil milhões de euros. O preço médio está nos 260 mil euros, vindo a subir desde o terceiro trimestre de 2020, altura em que foram transacionadas 10.527 unidades, com um preço médio de 211 mil euros.

Entre abril e junho, de acordo com os dados do INE, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) registou um aumento de 13,2% face ao mesmo trimestre do ano passado e 0,3 pontos percentuais face ao observado no trimestre anterior, “atingindo um novo máximo histórico da série disponível”, que começou em 2009.

Das casas vendidas no segundo trimestre, quase 3.000 (6,4%) foram compradas por pessoas com domicílio fiscal fora de Portugal. As transações de habitações com este perfil de comprador “continuaram a aumentar a ritmos significativamente superiores”, revela.

 

(Fonte Eco, tratado por ASMIP)

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